فريدي
Ainda sinto a tua falta, às vezes. Ainda sinto falta da nossa cumplicidade. Ainda sinto falta de ser a quem recorrias sempre. Ainda sinto a falta do que fomos - ou até mais do que não fomos e poderíamos ter sido. Há dias que evito escrever para ti, como se fosse errado passar para palavras o que ainda sinto. Saudade de coisas que podiam ter sido e não foram por teimosia - nossa e principalmente da vida, ela foi uma trapalhona connosco. Acho que nunca te disse - pelo menos vezes que ache suficientes - o quanto gostei (gosto) de ti. Talvez nem eu o saiba bem ainda, muito menos naqueles dias. Confesso que ainda não entendo o porquê do mundo nos ter separado sem nos dar a oportunidade de juntarmos todas as nossas peças - incluindo aquelas que partimos um no outro. Confesso que, por vezes, ainda desejo que tivéssemos sido mais e melhor, que tivesse sido mais e melhor: para ti e sobretudo para nós. Sei somente que gostava de te ter feito sentir mais, de mim e de nós, de te ter sussurrado mais vezes o quanto eras importante, de te ter olhado nos olhos e te ter dito o quanto gostava (gosto) de ti. Sei que ainda habito por aí, e que podemos falar todos os dias ou passar anos sem uma palavra que continuará a ser assim. Quero que saibas que também ainda moras aqui, que vou sempre ter um pedaço teu em mim e que serás sempre um bocadinho meu. Vou sempre gostar de ti, mesmo que agora ame outro alguém
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