coise*
Não é tão simples quanto parece. Determinadas pessoas que nós perdemos podem voltar sempre a nossa vida mas, não, com a mesma intensidade. Aprendi a ser cega, muda e surda. Existem simplesmente coisas que não valem a pena. Que terceiras oportunidades não existem pois estás a renovar a dor. Quem quer uma terceira oportunidade, nunca irá mudar. Enterrei desamores e compaixões. Quando gostamos, essa pessoa é o nosso segundo plano porque o primeiro é a nossa felicidade doentia. Tem que ser, sempre. O que é importante fica? Tretas. O que é importante também sai da nossa rotina quer queiramos, quer não. Porque é assim que tem de ser. E, quem acredita no Destino sabe que este não deve justificações a ninguém. Aprendi que não pode existir mais amor louco do que simplesmente o teu amor próprio. Não quero saber de quem perdi. Quero saber quem vou encontrar a partir de agora. Desengana-te que nem sempre o diferente é diferente. Não acredites em tudo o que te dizem, acredita naquilo que fazes, naquilo que vês. Aprendi que quando sentimos devemos de o dizer. A maior morte é aquilo que nos doí e que não foi dito. Que não foi curado. Que as feridas de anos continuaram abertas por séculos. E passado 365 dias cheguei à conclusão que o tempo também passa demasiado rápido.
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